A covid-19 resetou a forma de o mundo viver e se relacionar, tudo mudou, foi como se um interruptor tivesse apagado a luz do planeta e tivéssemos de voltar a luz das velas. Os Acontecimentos nos impôs uma mudança radical e vertiginosa, não houve simulação dessa parada, ressignificar foi a palavra da vez, muitos analistas diziam que nada voltaria a ser como antes e que o normal seria algo diferente do que era. Segundo Maria Aparecida Rhein Schirato, professora do Insper, este conceito de novo normal tem se tornado cada vez mais presente em debates relativos nas mais diversas áreas, fala sobre a busca do ser humano pela normalidade e explica como encarar o novo melhor forma possível, pois a sobrevivência e a proteção ficaram ameaçados, já não consideramos algo como normal nos levaria ao caos diante de um inimigo invisível.
O novo normal, de fato, seria a proposta de um novo padrão que garantisse nossa sobrevivência. Um novo modo de viver, isso dá um pouco de trabalho. Logo no início é natural estranhar muito. A tendência é você ficar mais recolhido por causa da ameaça de não poder sair, ir ao mercado, à praça, na praia ou shoppings. Aos poucos, nos acostumamos, pois novas tarefas foram segurança. Gradativamente nós que vivemos em um país tropical, entramos em um novo normal. O que foi proposto no começo da pandemia, que todos entrassem num modo de segurança com economia de energias, andar com máscara, sermos mais contidos, menos expansivos, como estivéssemos num treinamento para uma nova perspectiva de vida. Guardando certa distância, talvez com luvas e, de certa forma, nos primeiros dias, achamos tudo muito estranho, mais a garantia da segurança de que não vamos ficar doentes e não transmitiremos doenças fará com que assimilemos essa necessidade até superarmos o medo que ainda ronda as suas ruas. Normalidade é o padrão que me garante sobrevivência dentro de um grupo social global.
Marcos Antônio de Jesus Lima
RGM: 19363478
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