Concessionária informa que equipes seguem trabalhando para normalizar o fornecimento após interrupções
A concessionária destacou ainda que reforçou o número de técnicos em campo e mantém plantões operacionais para acelerar os reparos. Em nota, a Enel pediu a compreensão da população e orientou que os consumidores registrem ocorrências pelos canais oficiais de atendimento. Um funcionário da Enel, concessionária de energia elétrica da Grande São Paulo, foi preso em flagrante por cobrar R$ 2.500 para restabelecer o fornecimento de energia de estabelecimentos comerciais na Vila Mariana, zona sul de São Paulo-SP, na última quinta-feira (11) de dezembro.
O apagão gerou transtornos para moradores e comerciantes, que relataram prejuízos e dificuldades ao longo do dia. Órgãos de fiscalização acompanham a situação e cobram agilidade na solução do problema, enquanto a Enel garante que o fornecimento será totalmente normalizado até o encerramento deste domingo.
Além da crise no fornecimento, denúncias envolvendo suposta cobrança de propina para a religação de energia passaram a ser investigadas em São Paulo. De acordo com relatos de consumidores e informações apuradas por órgãos competentes, funcionários de empresas terceirizadas e pessoas que se apresentavam como prestadores de serviço teriam exigido valores para antecipar o restabelecimento da energia em alguns bairros, prática que é ilegal. Um dos casos o funcionário da Enel foi preso em flagrante após cobrar R$ 2.500 para a fazer o restabelecimento de comércios na Vila Mariana, zona sul de São Paulo-SP.
A Enel afirmou, por meio de nota, que repudia qualquer tipo de irregularidade, reforçou que não autoriza cobranças para religação e disse colaborar com as autoridades nas investigações. A concessionária orienta os clientes a não efetuarem pagamentos e a denunciarem qualquer abordagem suspeita aos canais oficiais da empresa e aos órgãos de segurança pública, para que os responsáveis sejam identificados e punidos conforme a lei. Em outros bairros houve relatos de moradores que funcionários da Enel e de empresas terceirizadas estavam cobrando valores de até R$ 1.000 para fazer o restabelecimento de energia.

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