A Variante ômicron- também conhecida como B.1.1529-foi reportada à Organização Mundial de Saúde (OMS) em 24 de novembro de 2021 pela África do Sul e acende um novo alerta em escala mundial.
Foto: Getty images
Descoberta na África do
Sul a nova variante do coronavírus Ômicron (B.1.1529) está deixando as
autoridades sanitárias em alerta. O “inimigo invisível” desperta a vigilância
epidemiológica em escala global.
A Organização Mundial
de Saúde (OMS) não descarta a preocupação dessa nova cepa, inclusive
classificou a Ômicron como “variante de preocupação”. No entanto a OMS aguarda
algumas semanas para compreender o comportamento da variante Ômicron, ou seja,
ainda é desconhecida se ela é mais transmissível ou mais letal, evitar
especulações e informações desencontradas é primordial neste momento. Seguindo
orientações, todos os países estão restringindo voos da África como medidas de
conter a disseminação da nova cepa.
A nova variante do
coronavírus já foi detectada em ao menos 17 países sendo que 11 ficam na Europa
até o momento. Segundo pesquisadores do hospital Bambino Gesú, em um
comunicado, que o modelo tridimensional revela “muito mais mutações” na
Ômicron, mas que ainda é cedo para tirar conclusões.
O avanço das vacinas, a
quantidade de pessoas imunizadas, o relaxamento das medidas restritivas e o
retorno aos eventos nos trouxe uma sensação de alívio pela diminuição do contágio
e números de óbitos, porém vale ressaltar que o cenário pandêmico é em escala
mundial e todos devem receber as vacinas de maneira igualitária, a nova
variante é o reflexo da deficiência das políticas públicas e a escassez de
doses e desigualdades que marcam as vacinas na África.
Por: Afra Freire
RGM: 19287216
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